Parreira criou o chamado quadrado mágico no ataque brasileiro formado por Kaká em ascendência no Milan, Ronaldinho Gaúcho no auge de sua forma no Barcelona, Adriano artilheiro e melhor jogador da Copa América de 2004 e Ronaldo que havia sido o craque e artilheiro do mundial passado, além de ser escolhido por 3 vezes o melhor jogador do mundo. No banco o treinador ainda tinha o atacante Robinho com seu dribles e pedaladas para manter o seu quarteto ofensivo.
Contra a Croácia o quadrado mágico não deu certo, assim como nos outros jogos da Copa, Kaká e Ronaldinho Gaúcho não marcavam no meio-campo e nem se entendiam na criação das jogadas. Adriano e Ronaldo fora de forma batiam cabeça pela falta de entrosamento. O Brasil ganhou de 1 a 0 dos croatas, graças um chute de longe de Kaká, Robinho entrou no segundo tempo melhorou o time, mas nem de longe o a seleção lembrava o time que muitos torcedores e críticos falavam que chegava na Alemanha apenas para levantar o caneco, após conquistar Copa das Confederações em 2005 e Copa América de 2004.
FICHA TÉCNICA:
Brasil: Dida; Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Emerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Adriano e Ronaldo (Robinho). Técnico: Carlos Alberto Parreira
Croácia: Pletikosa; Simic, R.Kovac e Simunic; Srna, N.Kovac (Leko), Tudor, Babic e Kranjcar; Prso e Klasnic (Olic). Técnico: Zlatko Kranjcar
O final da seleção brasileira no mundial de 2006 já sabemos como acaba, novamente o Brasil é eliminado pela França e o maestro Zinedine Zidane. Parreira desfez e refez o quadrado mágico, mas apesar de chegar as quartas-de-finais da Copa, a seleção jamais apresentou um futebol ofensivo e digno de magia nesta competição, conquistou suas vitórias através da individualidade de alguns jogadores. E o quarteto que havia ido a Alemanha para dar show acabou a assistindo a mágica atuação de Zidane contra o Brasil, no jogo que eliminou o time de Parreira do mundial.


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Anônimo




