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domingo, 31 de julho de 2011

Repórter confunde Loco Abreu com Herrera e é repreendido

Depois da vitória do Botafogo sobre o Cruzeiro por um a zero, na Arena do Jacaré em Sete Lagoas,  o atacante botafoguense Loco Abreu concedia entrevista na beira do campo quando um repórter anunciou a entrevista com o Herrera. O Loco não gostou muito da gafe e soltou um palavrão repreendendo o repórter. Confere ai:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

André Lima fala com estudantes de jornalismo

Na última terça-feira, dia 10, a turma do curso de extensão "Jornalismo Esportivo e Futebol" visitou a área da imprensa no estádio Olímpico, com o objetivo de conhecer a rotina dos jornalistas que cobrem o Grêmio e a relação com a assessoria de imprensa do clube.
MAIS SOBRE A VISITA

Aproveitando o momento, o atacante gremista André Lima concedeu uma entrevista para a turma. O jogador que está sem jogar desde a final da Taça Piratini, quando sofreu uma luxação no joelho direito, respondeu as perguntas com bom humor e preferiu não abordar assuntos polêmicos.

A falta de firmação numa equipe

Logo de cara, André Lima foi questionado sobre não conseguir se firmar em alguma equipe. O atacante explicou que começou muito novo e após ir para o Vasco, primeiro clube grande que jogou, o fato de viver num mundo de fantasias não contribuiu positivamente para o momento. O mesmo aconteceu quando ele foi para a Bélgica. Mas disse que tudo isso que ele passou serviu de lição.

"Comecei jovem e quando fui para o Vasco vivia num mundo de fantasias, fiz novas amizades e comecei a aparecer na televisão, isto muda a cabeça do jogador. Mais tarde fui para Bélgica, onde era tudo novo, mais uma vez. Daí você começa a ganhar um pouquinho a mais, acha que está rico e pode fazer o que quiser. Mas a vida de vez em quando te dá uns tapas na cara para você aprender."

Porém, o atacante afirma que o único clube que ele não teve tempo de se firmar foi o Fluminense, onde ficou apenas três meses.

"Durante minha carreira as oportunidades foram surgindo e eu preferi segui-lás. Vale lembrar, que em todos os clubes que eu passei fui campeão, menos no Fluminense onde fiquei por pouco tempo. Então, acho errado dizer que eu não me firmei em todos os clubes que joguei."

Ameaça no ataque

Sobre a disputa com Viçosa no ataque, André Lima disse estar feliz pelo crescimento do seu companheiro de quarto na equipe, mas destacou que quando voltar do Departamento Médico, ele dará o máximo de sí pela titularidade.

"Vou fazer de tudo para poder voltar o melhor possível, mas é o Renato que decide. Se não for meu momento vou saber esperar e vou trabalhar para conquistar o meu espaço no campo."

Quando questionado sobre as possíveis contratações para o ataque, André Lima disse ser natural acontecerem contratações após o final ou eliminação do clube em alguma competição.

"O Grêmio é um clube qualificado que sempre busca títulos e para isto o time tem que ter um elenco qualificado, mas o jogador para vir para o Grêmio tem que ser diferente, não pode ser mais um. Eu vou dar o meu máximo para quando surgiu a oportunidade, eu possa agarrá-la."

Sobre o banderinha Altermir Hausmann

No jogo em que o atacante sofreu a lesão da qual ainda se recupera, o bandeirinha Altemir Hausmann, teria dito ao jogador: "Deus é Justo". Pelo fato de momentos antes, o André Lima ter reclamado de um impedimento assinalado por Altemir. Depois da partida, André Lima disse que iria processar o bandeira. Passados dois meses, o jogador prefere não falar sobre o assunto, mas disse que está tomando as atitudes cabiveis e que o caso não vai ficar impune.

Rivalidade Gre-Nal e time do coração

André Lima, também, destacou a rivalidade da dupla Gre-Nal e sua identificação com o clube, mas revelou que nunca escondeu seu time do coração.

"Tive uma identificação diferente no Grêmio, pois é um time que gosta de jogador que luta dentro de campo e eu sou assim. Também nunca menti pra ninguém, meu time do coração é o Botafogo, minha família toda é botafoguense."

Ele declarou que o clássico gaúcho é muito diferente dos demais clubes que ele já jogou, desde a mobilização da torcida e da imprensa.

"O clássico Gre-Nal é diferente dos demais clássicos. Já no primeiro dia que eu cheguei, ainda no aeroporto quando peguei um táxi, o taxista disse: 'Tu podes perder tudo aqui, menos um Gre-Nal', então posso assegurar que parecido pode até ter, mas igual ao Gre-Nal, não existe."

Recuperação

Sobre a recuperação, o jogador está na fase final e realiza alguns treinamentos com bola, porém o joelho ainda não está 100%.

"Estou perto de ser liberado. Já venho treinando com bola em alguns exercícios, mas não tem prazo para voltar, ainda. Por mim, já estaria no Gre-Nal de domingo, mas infelizmente meu corpo não deixa."

Após a entrevista, uma camisa do jogador foi sorteada para os alunos.


terça-feira, 10 de maio de 2011

Siegmann fala para estudantes de jornalismo

Na última segunda-feira, dia 9, o vice-presidente de futebol do Internacional, Roberto Siegmann, concedeu uma entrevista para a turma do curso de extensão "Jornalismo Esportivo e Futebol". O curso é promovido pela PUC-RS e orientado por Cristiane Mattos (Diário Gaúcho), Eduardo Gabardo (Rádio Gaúcha) e Wagner Martins (Rádio e TV Bandeirantes-RS).

Antes da entrevista, Siegmann palestrou para os estudantes durante uma hora sobre a importância da imprensa para o clube e seu relacionamento com as mídias. Passado isto, começou a entrevista coletiva, onde Siegmann falou sobre os "apagões" na equipe, contratações, possíveis dispensas e esquema tático.

Apagão ou problema interno

Nos últimos dois jogos, o Internacional tomou gols relampagos após a volta ao campo no segundo tempo, questinado se esses apagões seriam problemas internos, o vice de futebol colorado destacou que foram deficiências muito bem aproveitadas pelos adversários.

"Em primeiro lugar quem tem apagão é a CEE, não existe esta história de apagão. Estes erros são deficiências nossa em conjunto da qualidade dos adversários, que souberam aproveitar a oportunidade."

Siegann continuou, revelando que não existem problemas internos sérios do clube e que as expectativas não almejadas podem ter pesado.

"Estes "apagões" não significa que temos um problema interno sério. O grupo sempre teve expectativas grandes, mas não conseguimos alcançar e isto tudo pesa. A mudança de técnico também pode ter inteferido, pois o técnico novo, as vezes chega com um certo pensamento mágico, com uma certa ilusão de que ele vai fazer melhor, mas nem sempre dá para se fazer melhor com o grupo de jogadores que tem."

Esquema tático do Falcão

Roberto Siegmann concordou que desde a chega de Falcão ao Internacional, o meio campista D'alessandro foi um dos jogadores que tem rendido menos no campo. Mas falou que em relação ao Gre-Nal 386 o que pesou no jogador foi a eliminação do campeonato sul americano.

"É verdade, o D'alessandro está rendendo menos, hoje existe uma discussão sobre o posicionamente dele, ele não é um jogador que possa ser utilizado na marcação, ele tem que jogar mais jogar mais solto, com mais liberade. Essa é uma das questões que nos faz trabalhar junto com o treinador. Porém, acredito que este não foi o caso do último Gre-Nal, ele tinha grande expectativa para a Libertadores e ficou muito abatido após a eliminação."

Postura do Falcão nos jogos e no intervalo

Siegmann afirmou que está ocorrendo uma deficiência na volta do Internacional após o invertalo do jogo, mas ressaltou que isto não é falta de comando do técnico.

"Existe um deificiência que temos que trabalhar, em alguma coisa estamos pecando. Agora, eu posso te assegurar que não é falta de comando de vestiário, nem voz forte. No imáginario popular, o comandante tem que gritar com os jogadores, mas não é isto, tem que saber conversar com os atletas. Talvez o que o Falcão esteja falando, não está sendo assimilado pelos jogadores."

Sobre o costume do Falcão de preferir ficar mais na casa-mata do que à beira do campo, Siegmann disse que está postura não é incorreta, mas pode causar uma leitura equivocada.

"Eu acredito que o treinador que fica sentado demonstra mais calma e pode passar de forma mais eficaz o que está pensando, do que aquele que está berrando toda hora. Mas talvez está leitura possa entar sendo equivocada pelos demais."

Cavenaghi

Ao falar do jogador Cavenaghi, Roberto Siegmann disse que a falta de utilização do atleta se dá pelo fato que ele seria o reserva de Damião. Siegmann, também, falou da possivél utilização dele no Brasileirão com a eventual saída de algum jogador.

"O crescimento de Damião de certa forma bloqueou a utilização de Cavenaghi, principalmete na Libertadores. Isto não significa que ele esteja treinando mal, ele treina bem e está extremamente ambientado com os jogadores, com o Interncional e com a cidade. Agora, com o campeonato Brasileiro, que é mais longo e com uma eventual saída de algum jogador, ele pode ser aproveitado."

Contratações e dispensas

Sobre as contratações, Siegmann despistou, mas disse que de alguma forma o clube está abreviando as negociações.

"Eu só falo em nomes quando há possibilidade real de contratação, nós acompanhamos o mercado, mas de alguma forma estamos abreviando este acompanhamento e vamos acelerar este processo para o Brasileirão."

Sobre um suposto interesse do Botafogo em Andrézinho, o vice de futebol colorado afirmou que nada chegou ao Inter oficialmente. No caso do lateral gremista Gabriel, Siegmann disse que o jogador não foi oferecido ao time.

Já, sobre a permanencia de Rafael Sóbis no clube, Siegmann disse que se tiverem que exercer o contrato como está previsto, dificilmente o jogador fica no clube, mas se houver uma possibilidade de exterder o empréstimo, daí há chances dele ficar.

FOTO: reprodução site Inter Grande

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